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Rodrigo Capella
capella@interviewcomunicacao.com.br

@rodrigo_capella

Diretor da Interview Comunicação, empresa especializada em Relações Públicas, Assessoria de Imprensa e Produção de Conteúdo, entre outros serviços. É autor do livro Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia e também professor do MBA em Mídias Sociais e Gestão da Comunicação Digital da UNA-BH e da pós-graduação em Comunicação Digital da PUC-PR. Ministra cursos e palestras sobre comunicação em empresas de diversos segmentos.

Breve reflexão: Empresas e Adolescentes, uma parceria harmônica?

              Publicado em 13/02/2014
Kadu é um adolescente comum. Cheio de sonhos, ele, como qualquer outra pessoa, busca a felicidade. Sabe, no entanto, que a vida reserva alguns obstáculos, uns fáceis de passar; outros mais complexos. 
 
Se você perguntasse ao Kadu, hoje com 14 anos, como ele imaginaria o seu futuro, ele diria, sem pestanejar: morar em um lugar tranquilo, perto da Mata Atlântica. “Lá, eu poderia fazer trilha, nadar no rio e ter contato com a cachoeira”, falaria o adolescente, sorrindo. 
 
Seria Kadu uma exceção entre os adolescentes? Seria ele um jovem com perfil diferenciado? Representaria este jovem um novo grupo teen interessado em momentos off-line e em convivência fora dos computadores e dispositivos móveis? 
 
Difícil de saber. O fato é que a juventude engaja-se, cada vez mais, em ações off-line, seja em formato protesto-social, seja em encontros culturais, seja em movimentações periódicas.
 
Saraus ganham força, principalmente os de formato alternativo. Manifestações agitam ambientes repletos de vitrines. Atividades culturais são disputadas e geram filas (como nunca antes neste País. Será?).
 
Outro dia, em uma livraria, ouvi um jovem exigir (no bom sentido) a compra de um livro. “Pai, eu quero ler este livro”, dizia ele. Dias depois, no metrô, reparei em um adolescente comentando com o colega sobre uma exposição. Não lembro sobre o que era, não lembro onde era. 
 
Estes exemplos sinalizam mudanças? Sinalizam que os jovens buscam alternativas ao mundo virtual?  Talvez. 
 
De qualquer forma, vale a reflexão: onde as empresas que têm os jovens como público devem impactá-lo? E de que forma? E com qual periodicidade?
 

Acho que estes desafios ganham, cada vez mais, relevância! Concorda?  


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