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Itaú

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COLUNAS


Carina Almeida


Bacharel em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica no Rio de Janeiro. 

É Sócia Diretora da Textual, onde lidera há 20 anos projetos de comunicação com imprensa e outros públicos estratégicos, inclusive no exterior. Vários desses projetos renderam à Textual 26 prêmios, entre eles, 23 edições do Prêmio Aberje.


Créditos da foto à Evandro Teixeira.

Em Campo

              Publicado em 22/01/2014
No final de 2013, participei, no Rio de Janeiro, de um evento chamado AR, realizado num sábado na sede de uma ONG no Morro do Cantagalo, comunidade pacificada no bairro de Copacabana, Zona Sul da cidade. Iniciativa de Fernando Gouvea, um dos idealizadores do TedxRio, e do IETS (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade), o evento tinha como tema central “De que forma a tecnologia, a inovação e o conhecimento podem acelerar o desenvolvimento e promover uma nova articulação da cidade?”. 
 
E o mote era debater a questão unindo duas pontas para um diálogo e troca de experiências: líderes sociais e empreendedores de diversas comunidades da cidade e representantes de empresas de diversos setores, como Coca-Cola, Google e Telefonica. Combinamos, na Textual, que profissionais de diversos núcleos da agência também participariam e a opinião de todos, no final do dia, foi a mesma: o evento nos proporcionou uma das melhores oportunidades de aprendizado do ano! 
 
Estar em contato direto com experiências inovadoras lideradas por jovens empreendedores e com a própria sede de conhecimento de outros tantos jovens que, assim como nós, estavam na plateia, representou uma oportunidade de enriquecer o nosso entendimento sobre a visão de mundo de uma parcela tão significativa da população, tão desejada por tantas marcas, mas ainda muito “lida” por uma visão distanciada e superficial pelo mundo corporativo. Distanciamento que vem gerando, muitas vezes, iniciativas de relacionamento superficiais ou equivocadas, que tomam como premissa basicamente o ponto de vista de quem está no escritório. 
 
Ouvir, conhecer, interagir é sempre o melhor caminho para quem foge das opiniões e receitas prontas, de prateleira. Mas, no ano que começa aqui no Brasil com o rolezinho e tem pela frente a Copa do Mundo de Futebol e as eleições, temos que afinar os radares, ampliar as antenas e sair em campo para enriquecer e aprofundar as informações, opiniões e visões de públicos cada vez mais abrangentes e distintos. Só assim seremos mais eficientes e relevantes na tarefa de auxiliar os nossos clientes na tradução de um cenário cada vez mais volátil, com mais variáveis e incógnitas, e na leitura dos riscos e oportunidades para a atividade de cada um e para a sua imagem e reputação. 
 

O ano de 2014 promete. 


Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor. 2442

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