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Tatiane Ribeiro Lima
tatirlima@gmail.com

Tatiane Ribeiro Lima é jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero e tem MBA em Gestão da Comunicação pela Aberje ESEG. Observadora inquieta, é apaixonada pelos bastidores e por ajudar empresas e pessoas a contar a sua história. Escreveu para publicações como a Superinteressante e Revista da TAM e já trabalhou para companhias de pequeno, médio e grande porte em projetos que envolviam de IPOs e campanhas de guerrilha a  Defesa do Consumidor e Crises de Reputação e Imagem.  

Complete a frase: 2016 é o ano da...

              Publicado em 19/01/2016

Você já assistiu Spotlight? Ou o TED do psiquiatra Robert Waldinger? Mais do que revelar conflitos (individuais e coletivos), ambos mostram a importância da colaboração para gerar e compartilhar conhecimento e até avançar rumo a um bem comum. 

A sintonia da equipe de Walter Robinson e a cooperação de diversas fontes permitiram o furo jornalístico do Boston Globe sobre casos de pedofilia na igreja. Colaboração é o cerne do estudo liderado por Waldinger, de Harvard, há mais de sete décadas. Ele é o quarto diretor do projeto que acompanha a vida de 724 homens com o objetivo de entender o que mantém as pessoas saudáveis e felizes.

Colaboração também foi uma das palavras mais repetidas em dezembro passado, em Paris, durante a COP-21. Ainda que um compromisso tenha sido firmado, o objetivo de conter o aquecimento global só será atingido se houver colaboração entre as nações, entre os governos e a iniciativa privada, entre as empresas, entre indivíduos. O espírito da conferência da ONU era esse: não existe um único responsável. Todo mundo precisa ajustar a frequência. A revolução precisa ser feita por todos.

Você já parou para pensar o que a colaboração entre liderança e liderados, entre comunicação interna e externa, entre fontes e jornalistas, entre clientes e parceiros e até entre concorrentes pode fazer? Ela pode começar de forma despretensiosa, como aquela a que ocorre em um encontro de relacionamento, ou ser mais organizada, como as iniciativas promovidas pelo CEBDS, pela Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade e pelo CUBO.  O sucesso do consumo colaborativo mostra que isso é possível até entre desconhecidos.

E por que? A colaboração restaura e fortalece o espírito de comunidade. Sem subestimar o poder da internet, ela tem outro sabor quando é feita pessoalmente. Em um mesmo ambiente, nós podemos entender e nos sensibilizar de uma forma única. Podemos nos unir, ampliar horizontes, escutar outras vozes e entender outras perspectivas. Dialogar. Aprender.

Colaborar é encontrar um propósito em comum para ser mais sustentável, para combater a corrupção, para driblar a crise econômica, para mudar um hábito, para viralizar aquela campanha ou para virar notícia (positiva) no jornal. A colaboração imprime significado – pessoal e coletivo. Por isso, ela precisa estar presente e ser promovida na comunicação interna e externa de qualquer empresa preocupada com a perenidade do negócio.  

Completando a frase: 2016 é, para mim, o ano da Colaboração. E para você?


Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor. 956

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