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Elizeo Karkoski


Diretor de Novos Negócios da Agência P3K Comunicação, especializada em Comunicação Interna e Endomarketing. Sócio-fundador, atua como consultor estratégico de negócios e participa diretamente dos processos de diagnóstico. Formado pela Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, soma mais de 15 anos de experiência em projetos de comunicação. 

Comunicação Interna pode inovar fomentando a humanização nas relações de trabalho

              Publicado em 16/11/2015

A inovação está sempre mais associada à tecnologia, mas é imprescindível que comecemos a aplicar o conceito nas relações de trabalho e nas próprias relações humanas, trazendo o tema para construir novas abordagens de estudo, por exemplo. No caso da Comunicação Interna, o que seria inovar?

O papel da Comunicação Interna para o novo tempo é de ser fomentadora na construção de novos sentidos dentro das empresas. Fazer uma comunicação que seja topdown, levando aos funcionários aquilo que a direção quer dizer, é o praxe nas organizações, mas não é a única forma de comunicar. Uma inovação nesta área é implantar uma Comunicação Interna que envolva mais os próprios funcionários, tornando-os protagonistas das “notícias” dentro da empresa, abrindo a possibilidade de serem não apenas “fontes” ou “personagens”, mas desenvolvedores de pautas e heads das discussões.

No mundo corporativo, a humanização das relações de trabalho é uma inovação que já começa a ser vivida. A visão de que o funcionário pode contribuir como um ser humano que integra a empresa e ajuda a construir seus significados internos e imagem perante o mercado já é uma realidade, apesar de algumas instituições ainda não estarem adaptadas a esse cenário.

Tornar os ambientes de trabalho mais colaborativos e menos impositivos é mais que uma tendência, é um fato que deve, inclusive, ser fomentado e trabalhado pela Comunicação Interna de modo a levar funcionários a ajudar na construção desse ambiente desejado.

Migrar de um modelo mecanicista, centrado nos processos, para um modelo mais orgânico, em que as pessoas são o centro, traz as empresas para um novo patamar, no qual novos desafios são descobertos e devem ser superados. A vantagem é que a resolução dos problemas não está mais na mão de alguns, mas na construção de sentido compartilhada, com a contribuição de novas ideias e formas de ultrapassar barreiras por meio da abertura de diálogo e convivência de diferentes experiências e expertises.

Parece uma grande oportunidade de atuação da Comunicação Interna. Imagine a participação ativa de uma Comunicação que permeia toda a estrutura da organização, ciente das expectativas da gestão e de funcionários, capaz de organizar as ideias de todos com o intuito de trazer a instituição para o que a sociedade espera dela. Isso, sim, é inovação!


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