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Número 11 da revista MSG Comunicação e Cultura analisa estímulo artístico feito por empresas

05/09/2013

Diversas empresas investem em programas voltados à cultura. E o número 11 da revista MSG de Comunicação e Cultura, publicação conjunta da Aberje e da editora Lazuli, busca alguns exemplos deste fomento às expressões culturais brasileiras. O tema central da edição é “Narrativa Brasil”, que marca o início do novo projeto gráfico da revista e traz novo material e formato ampliado.

A editoria Diretório Cultural começa pelo Festival Natura Musical, que se consagra como uma opção acessível e de qualidade, com estrutura comparável aos mais famosos eventos do tipo no mundo. A matéria mostra que o projeto quebra as diferenças e consegue agregar várias tribos com uma linguagem leve, segundo entrevista de artistas que participaram da empreitada. O Prêmio Braskem de Teatro, existente há duas décadas, é outra ação, agora no campo das produções cênicas e da atuação efetiva em questões de incentivo e manutenção da arte, inclusive através de esforços de circulação e formação de plateia. Já o Instituto Itaú Cultural traz o estímulo às artes visuais com o projeto Rumos, que além de dar visibilidade a diversos artistas também oferece residência artística em quatro cidades da América Latina e Europa.

O Boticário na Dança celebra o movimento contemporâneo nesta arte, tornando brilhantes os olhos dos espectadores em três capitais brasileiras e com variedade estética. A Petrobras patrocina a realização de importantes festivais de audiovisual brasileiros, e por isto também é fonte da matéria. A apoio inclui produção de filmes e preparação do espectador para recebê-los, reforçando mecanismos de distribuição e exibição ou estimulando a abertura de espaços críticos para debater o processo criativo na área.

Na seção Fotojornalismo,  o fotógrafo peruano Martín Chambi tem sua obra retratada. Ele deixou um acervo com cerca de 30 mil negativos de vidros em vários formatos, além de filmes em rolos de 120 e 35mm. Com estúdio em Cuzco, percorreu o país em uma mula e foi o primeiro a registrar Machu Picchu. Colaborou como fotojornalista para periódicos argentinos e seu trabalho teve ampla circulação na América Latina na década de 30. Sua repercussão internacional começou mesmo com uma exposição no Museu de Arte Moderna em Nova York em 1979, sendo considerado o primeiro fotógrafo de origem indígena a tratar seu povo com verdadeira dignidade.

A entrevista da edição foi feita com o sociólogo, escritor e jornalista Francesco Morace, diretor do Future Concept Lab. Ele já desenvolveu consultorias para mais de 100 organizações ao redor do mundo, inclusive as brasileiras Petrobras, Alpargatas, H.Stern, Natura e Grendene. Morace fala das narrativas do Brasil contemporâneo e da obra “Eu, Brasil” que organizou e lançou no início do ano com parceria da Aberje. O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, que completa 50 anos em 2013, ganhou um destaque especial na revista. Está formado pelas coleções do casal de mecenas Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo, por coleções de obras adquiridas ou recebidas em doação durante a vigência do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo e por prêmios das Bienais de São Paulo até 1961. O espaço, instalado no campus Butantã da instituição universitária, divulga seu objetivo de buscar conhecimento e disseminação pela sociedade da cultura brasileira. Alguns destaques do acervo foram impressos nas páginas da matéria, como “A Negra” (1923) de Tarsila do Amaral, e “Parla” (1982) de Cildo Meirelles.

A MSG ainda traz a editoria RH baseada no tema da Gula, o quinto pecado capital associado à falta de controle sobre os instintos primários. Pois os problemas com o peso no ambiente corporativo são trazidos pelo escritor Roberto de Castro Neves, pelo psicanalista Leonardo Goldberg e pela psicóloga Cristiane Cruz, com reflexões sobre porque as pessoas usam a comida como compensação para frustrações profissionais. Em “Olhar”, o escritório Bernardes Arquitetura, criado por Thiago Bernardes e os sócios Camila Tariki, Marcia Santoro e Nuno Costa Nunes, é alvo de uma retrospectiva visual. Espaços residenciais e comerciais, hotéis e condomínios, empreendimentos de lazer e entretenimento, são retratados. O artigo “Imprensa em Crise”, do poeta e jornalista Nelson Ascher, finaliza a edição, apontando a gravidade da situação dos meios de comunicação brasileiros, cujo espaço opinativo já é demasiado e não para de invadir o noticioso, a ponto de descaracterizá-lo.

A revista, que chega aos associados com 76 páginas, também pode ser adquirida em bancas nas unidades da Livraria da Vila, Livraria Cultura, FNAC, entre outras. Para mais informações, entre em contato com a Gerente de Publicações da Aberje e produtora executiva da MSG, Nara Almeida, pelo e-mail nara@aberje.com.br - ou ainda no telefone 11-3662-3990 ramal 236.


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