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Economia Criativa é o tema central da Revista MSG 9

09/04/2013

A Aberje está distribuindo, em parceria com a Lazuli, o nono número da revista MSG de Comunicação e Cultura. O tema central da edição é “Cidades Criativas”, abordado por vários pesquisadores sob o ponto-de-vista da reinvenção dos espaços urbanos.

O diretor-geral da entidade e professor-doutor da ECA/USP, Paulo Nassar, e o diretor da editora, Miguel de Almeida, assinam o editorial “Cidades Criativas, Cultura Viva”, onde relembram que, na década de 80, o então Ministro da Cultura da França, Jack Lang, espalhou pelo país uma infinidade de exposições, festivais, espetáculos musicais e feiras de teatro, e transformou a percepção dos cidadãos e dos turistas sobre a oferta de atrações em todo o país. Hoje, seja no interior ou na capital francesa, há uma notoriedade neste tema, a partir de políticas públicas bem ordenadas. Eles  exemplificam como o fenômeno já está sendo ensaiado no Brasil, quando a ligação entre cultura e cidades pequenas e de porte médio tem-se mostrado uma parceria capaz de evidenciar a importância da preservação do patrimônio (casos de Ouro Preto, Paraty e Tiradentes), de auxiliar na construção de uma imagem moderna e internacional (casos de Paraty e Santos) e na criação de renda.

 

 

Partindo do conceito de que cidades criativas são a articulação eficiente em espaços urbanos entre governos, atividades sociais, artísticas e industriais voltadas à cultura. O Sesc, o Parque Villa Lobos e a Tate Modern, em Londres, são exemplos de como projetos deste gênero, com inovação e conexão entre espaço, moradores e turistas podem contribuir para a economia da cidade e qualidade de vida de seus cidadãos. O diretor do grupo Parlapatões, Hugo Possolo, o diretor regional do SESC São Paulo, Danilo Miranda, as especialistas em Economia Criativa Ana Carla Fonseca e Lídia Goldenstein, os arquitetos Decio Tozzi, Roberto Loeb e Ricardo Ohtake, e também a pós-doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP, Rose de Melo Rocha, analisam a importância das cidades criativas no atual cenário mundial.

A editoria “Diretório Cultural” destaca três cidades e seu uso pelo cinema nacional, debruçado nas contradições culturais, socioeconômicas e urbanísticas, a partir da visão de cineastas e suas obras. É o caso de José Eduardo Belmonte com a falência do projeto modernista de Brasília, de Lina Chamie e a aspereza e ternura de São Paulo e Ana Luiza Azevedo sobre os diferentes retratos da capital gaúcha.

A Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão, também colabora com a discussão no artigo “Políticas Públicas para fomento da criatividade brasileira”, onde resume: “trata-se de transformar a criatividade brasileira em inovação e a inovação em riqueza para a população brasileira”.

A revista, que chega aos associados com 76 páginas, mas também pode ser adquirida em bancas nas unidades da Livraria da Vila, Livraria Cultura, FNAC, entre outras. Werner Schulz é o diretor de arte e responsável pelo projeto gráfico, com Adriana Vichi como editora de fotografia. Cynthia Calhado atua como repórter, em revisão de Luciana Azevedo. Nara Almeida é a produtora executiva.

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