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Michel Maffesoli fala sobra a cultura moderna e a pós-modernidade

03/05/2010

Durante visita a São Paulo, em outubro de 2009, o sociólogo francês Michel Maffesoli se reuniu com o Conselho Consultivo da Aberje, ao qual falou sobre o que considera as quatro palavras-chave da cultura ocidental moderna.

O trabalho (como valor), a razão (como sistema), a utilidade (como objetivo) e o futuro (como substrato) surgem no discurso do sociólogo como elementos definidores dessa cultura moderna. Alguns trechos da apresentação desses elementos e de seus desdobramentos compõem uma matéria especial da quarta edição da revista MSG, lançada em abril.

“Cada sociedade sonha a seguinte. É preciso acompanhar esse sonho, a fim de que ele não se torne um pesadelo”

Cada um dos elementos é apresentado e avaliado pelo autor, mostrando seus possíveis desdobramentos sobre as próximas gerações. Assim, Maffesoli explica a revolução que a modernidade opera sobre o conceito de trabalho, que sai de uma posição secundária, para assumir um papel central e essencial na estrutura social. Se, antes, os homens nobres não trabalhavam, na modernidade o trabalho passa a ter valor de realização para o indivíduo.  O valor de trabalho se configura, então, como uma “espécie de raiz que faz com que, progressivamente, por meio da educação ou das nossas instituições do século XIX, vá se fundamentando a economia, a produção. É o agir, não mais o contemplar”.

Já quanto à razão, esta é colocada como elemento capilarizado no corpo social. “Só poderemos pensar a vida social em referência à razão, à racionalização generalizada da existência”. Nessa perspectiva, predomina uma visão utilitarista do mundo, o terceiro elemento essencial apontado por Maffesoli.

A cultura ocidental moderna está baseada, ainda, na temporalidade voltada ao futuro, que predominou ao longo dos últimos séculos como uma base.

A apresentação dessas idéias orienta e permite compreender as projeções apresentadas pelo filósofo francês nas evoluções do trabalho (do valor à criação), da razão (do racionalismo à vontade), da utilidade (da funcionalidade à estética) e do futuro (do amanhã ao hoje).

A matéria completa pode ser conferida na quarta edição da revista MSG, que traz como tema de capa a “Net Ética”. A apresentação da edição lançada em abril, pode ser conferida
neste link.

A revista MSG custa R$10,90 e pode ser adquirida em bancas de jornal especializadas, livrarias ou através de solicitação à Aberje (pelo preço de capa acrescido de taxa de envio).

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